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  • Igreja Batista Mineira

Façamos o bem!



Os antigos tem uma assertiva de inspiração bíblica, quando dizem: “façamos o bem sem olhar a quem”. A verdade do ditado é o principio que o encerra – a ação de ajudar alguém que precisa deve ser feita, apesar do alguém, e, indubitavelmente, pela precisão, ou seja, por causa de sua necessidade.


Jesus contou a parábola conhecida como do bom samaritano para ilustrar a radicalidade da bondade. Em nenhum momento naquela história é perguntado o nome, a profissão ou a religião da vitima. Os que se importaram com estas periferias, foram os que se arvoraram delas para se escusarem da prática do bem. O sacerdote passou de largo, a mesma atitude teve o levita. Os homens da religião se embruteceram no espírito e procuraram agradar a si próprios e não aquele que oferecia sentido a fé que praticavam. Eis aí um alerta urgente!


Paulo, o apóstolo, fez ressoar aos ouvidos dos cristãos na galáxia a atualíssima admoestação: "E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. (Gl 6:9). Esta é exortação faz parte dos conselhos finais dados àquela igreja. São subsídios práticos para viver a fé na comunidade cristã.


Voltando a parábola, o samaritano é reconhecido pela tradição como bom, pois, suas atitudes foram boas e dignas de misericórdia. A filosofia daquele homem foi: “o que é meu é meu e é teu se você precisar”. Contrapondo a filosofia do sacerdote e levita que era: “o que é meu é meu e de ninguém mais”. Será que esta filosofia de vida é muito diferente da do ladrão? Em sua transgressão o que rouba diz: “o que é meu é meu e o que é teu é meu também”.


No coração, de onde procedem as saídas da vida, tanto os homens que viviam uma religiosidade sem amor e bondade e o ladrão, são as mesmas pessoas.


“Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé”. (Gl 6:10).


Se a humanidade sofre por ter perdido seu significado, a igreja de Cristo não pode padecer por isso.


A fé sem significado é uma fé narcisista, alienada e utópica. É uma fé contemplativa e sem o tecido que a caracteriza como de Cristo.


A parábola do chamado bom samaritano foi contada a partir da pergunta – quem é o meu próximo? Para Cristo, próximo é o que precisa de você e de sua bondade – apesar dele e apesar de você!


Perguntaram a Gandhi quais são os fatores que destroem os seres humanos? Ele respondeu: "A política, sem princípios; o prazer, sem compromisso; a riqueza, sem trabalho; a sabedoria, sem caráter; os negócios, sem moral; a ciência, sem humanidade; a oração, sem caridade.".


Acho que ele acertou!

por José Marcelo Fernandes Domingos

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